Informativos

Mudanças na vida: Por que as queremos e evitamos?

Quanto mais desconhecidas são as mudanças na vida, maior a animação e o desespero. Principalmente, quando se tem várias pessoas buscando iniciar ou se recolocar no mercado ou ainda querendo alcançar perenidade dentro das empresas.

Segundo Tami Saito, Fundadora do Pulsefy, o aplicativo de busca de coaches mundiais, “pensar em mudança é muitas vezes uma mistura de dois sentimentos: empolgação e desespero, sejam mudanças por necessidades, por emergências ou pelos sonhos que se tem.”

E existe resistência às mudanças até mesmo quando a pessoa decide realizá-las. São perguntas aparentemente simples que são evitadas e a resistência a elas leva ao sofrimento. Nesse momento, acontece um convite voluntário ao processo de autoconhecimento, algo que um coach pode auxiliar muito.

Mudanças na vida requerem gestão das emoções

As pessoas escolhem carreiras e acreditam que a partir dessa decisão a vida está caminhando rumo ao sucesso, mas ignoram que existem percalços durante o caminho. A evolução é rápida e constante e até as profissões que existem hoje, muitas não existirão mais em um prazo curto de até 10 anos. “Mudar no meio do caminho exige muito mais que diplomas”, completa Tami. A palestrante e mentora internacional recebeu o prêmio Coach Of the Year 2017 do Centro de Coaching Avançado pelo trabalho de alto rendimento.

Muitas pessoas trabalhando em multinacionais ou em startups que deram certo querem crescer logo e esperam, em no máximo 2 ou 3 anos, chegar ao topo. Mas não é sempre bem assim. “Teremos dezenas de profissões antes dos 40 anos diferente do que nossos pais viveram e é preciso saber recomeçar”, diz Tami.

Seguir em frente diante do inesperado

É preciso saber lidar com o desespero e, segundo a coach, o jovem de hoje quer apenas o frisson dos acontecimentos. Na faixa dos 30 anos, é que se começa a compreender os dois lados da moeda. Isso implica muitas vezes presenciar o desespero que sempre tentamos evitar. Não é mais legal ouvir alguém dizer que você tem potencial. Ter potencial e não ter realização a esta altura acaba sendo, na verdade, desesperador. É nesse momento que aqueles que tiveram bons mentores desde cedo passarão por essa crise com mais estrutura emocional.

Enquanto alguns chegam aos 40 e poucos e “param no tempo” sem motivação. Outros estão dispostos a recomeçarem suas vidas literalmente. Realizam as mudanças necessárias (com animação e desespero também), mas de forma extraordinária. Algumas ferramentas para isso são propósitos, visão, engajamento e pensamento global. Mudar de rumo é, muitas vezes, imperativo. Ter orientação e um caminho a seguir é o que vai poder fazer a diferença nesse momento.

Aza ContabilidadeMudanças na vida: Por que as queremos e evitamos?

Related Posts