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5 motivos para pensar em investir em empréstimos coletivos para empresas

Os empréstimos coletivos para empresas, modalidade também conhecida como peer-to-peer lending, em que diversos investidores emprestam dinheiro para uma empresa, vêm se popularizando no Brasil e substituindo os financiamentos bancários. “O principal atrativo para quem investe é a alta rentabilidade e para quem toma o empréstimo são as taxas de juros mais baratas e a burocracia menor”, aponta Fábio Neufeld, CEO e cofundador da Kavod Lending, fintech de empréstimos coletivos para pequenas e médias empresas. A modalidade vem ganhando solidez no mercado, especialmente após o Banco Central regulamentar as fintechs de crédito, em abril deste ano. Conheça no artigo 5 motivos para pensar em investir em empréstimos coletivos para empresas!

1 – A rentabilidade é alta

Com a Selic em sua mínima histórica, 6,5% ao ano, o peer to peer lending desperta ainda mais interesse nos investidores. O retorno varia entre 200% e 250% do CDI nas operações da Kavod Lending, por exemplo. Em uma de suas recentes campanhas, a aplicação de R$ 10 mil teve retorno estimado de R$ 11.636,88 em 24 meses, com pagamento mensal. Se o valor tivesse sido deixado na poupança pelo mesmo período, o retorno seria de R$ 10.979,21.

2 – O retorno é mensal

Um dos diferenciais dessa modalidade é que o investidor recebe mensalmente parte do capital mais o juro correspondente. Nas operações da Kavod Lending, após aporte mínimo de R$ 5 mil, o investidor recebe o valor atualizado mensalmente em até 24 meses.

3 – Investidor financia empresas que conhece

Franquias da Calvin Klein, China in Box, Subway, KFC, Sterna Café e Bar do Alemão são algumas das quais a fintech Kavod Lending já intermediou empréstimos coletivos. “Além de serem marcas conhecidas, com as quais o investidor tende a se identificar por ser cliente e gostar, atuamos com foco em franquias por acreditar que são modelos de negócios rentáveis para os empreendedores e com menos risco de inadimplência para os investidores”, explica Renato Douek, CMO e cofundador da Kavod.

4 – Favorece a economia nacional

Por se tratar de investimentos coletivos em empresas, o peer to peer lending favorece o aquecimento da economia nacional. É uma modalidade bastante procurada em diversos países e que vem se consolidando no Brasil, sobretudo após a regulamentação do Banco Central, que tornou o sistema mais confiável e seguro.

“A geração de novos empregos já resultou de operações de empréstimos coletivos para empresas que operacionalizamos. Nosso foco é ajudar empresas que estão crescendo a ter melhor acesso ao crédito, pagando taxas justas – a partir de 1,10% ao mês. Não trabalhamos com empresas negativadas e assim mitigamos o risco do investidor”, esclarece Neufeld.

5 – O risco é mitigado com garantias

No Brasil, não há outra plataforma de empréstimos coletivos para empresas que requer garantias reais das empresas, para os investidores. Esse é o caso da Kavod Lending, que em todas as suas operações conta com garantias oferecidas pelas empresas que buscam o crédito – como recebíveis de cartão de crédito, alienação imóveis, máquinas, aplicações financeiras etc.

“Além disso, analisamos faturamento, balanço e como a empresa usará os recursos, ao fazer nossa análise técnica, imprescindível para lançar qualquer operação. Atuamos apenas com grupos econômicos que tenham faturamento mínimo de R$ 5 milhões ao ano e disponibilizamos aos investidores um Relatório de Risco do Serasa, que é imparcial na análise, com uma nota de crédito (rating) de cada empresa. Todas essas iniciativas, em conjunto, mitigam o risco da operação”, afirma Douek.

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