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Trabalho e felicidade combinam? Pode ser que sim!

Trabalho e felicidade combinam? Essa é uma pergunta bem importante, mas pouco aproveitada por quem está ativo no mercado de trabalho. Ainda que a sociedade na qual vivemos nos impulsione a cobrar sempre mais de nós mesmos, é importante lembrar de que tudo o que fazemos está ligado a um propósito, que não necessariamente prende-se somente ao salário no quinto dia útil de cada mês.

Os empregos, antes vistos como a melhor forma de pagar as contas e garantir o sustento da família, tornaram-se o impulso para realizações pessoais, o que explica o fato de tanta gente dobrar as horas em frente ao computador, em projetos grandiosos, fomentando a discussão das novas formas de se fazer algo X ou Y.

E, já que passamos boa parte da vida trabalhando, por que não usar esses momentos e lugares/espaços para descobrirmos como ser melhores, não é mesmo? Prova disso é a fundadora do Instituto Pulse, Tami Saito, que é palestrante, mentora e Master Coach. Segundo ela, o treinamento direcionado às equipes ajuda os colaboradores a se entenderem melhor, a resolverem conflitos internos e, consequentemente, a refletirem sobre os resultados de forma positiva e assertiva nas empresas.

“Os colaboradores não só se entendem, como também evoluem e se preparam melhor para os desafios diários. No entanto, o objetivo do programa nem sempre é só resolver conflitos, mas sim, qualificar a liderança, levando-os ao alto rendimento. As organizações que escolhem o programa Bem-Estar, por exemplo, acabam impactando o colaborador, pois vê o programa como um presente que realmente faz a diferença em sua vida. Para a empresa que compreende a ciência por trás do investimento no bem-estar do colaborador, o resultado é certeiro. Todas as atividades, conteúdos e dinâmicas das equipes vêm de um histórico mais do que aprovado, assistido por Harvard e pela Berkeley University; duas conceituadas universidades onde estudei e que acreditam e comprovam a alavancagem de performance, trabalhando com a felicidade e bem-estar no trabalho”, comenta.

Artigos importantes, como os desenvolvidos pelo Instituto Harvard Business Review, apontam que, com os treinamentos voltados para autoconhecimento e descoberta de novas capacidades, é possível proporcionar aos colaboradores uma visão significativa de: futuro, senso de propósito e de construção de ótimos relacionamentos ao longo do tempo.

Outra pesquisa, feita pelo Boston Consulting Group (Grupo de Consultoria Empresarial) aponta que os brasileiros consideram reconhecimento profissional, aprendizado, desenvolvimento de carreira, equilíbrio entre vida pessoal e trabalho como os principais indicadores de realização no ambiente corporativo. As vantagens de ter colaboradores contentes são inúmeras, a começar pela promoção da saúde e qualidade de vida.

Quem defende esses conceitos, e foi uma das peças mais fundamentais para que profissionais capacitados pudessem levar conhecimento e possibilidades de novas descobertas até as empresas, é o trainer e mentor de executivos, Hendre Coetzee. Além de sócio de Tami Saito, Coetzee é o criador do método do 90-Day Turn System, um programa personalizado de coaching, que pode ser adaptado às necessidades e cultura de qualquer companhia ou empresa de consultoria, e que tem sido utilizada por empresas da Global Fortune, por exemplo.

Tantos indicadores nos levam a acreditar que, sim, é possível ser feliz no trabalho; e que, nos é, também, alcançar objetivos antes não imaginados. Vale lembrar de que essa é uma iniciativa, única e exclusiva, de empresas que possuem uma visão clara do quanto seus profissionais são importantes para a saúde dos negócios. Afinal, sem capacitação o caminho do sucesso torna-se bem mais difícil de se concluir.

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