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O empreendedorismo por necessidade no Brasil

O atual cenário da crise econômica mundial traz uma série de consequências para o trabalhador brasileiro. Uma delas – e talvez a principal – é o crescimento do desemprego (que ultrapassou o número de 13 milhões em 2017). A ausência de uma renda faz com que muitos profissionais busquem por alternativas criativas. Nesse contexto, o empreendedorismo por necessidade vem ganhando força.

O que é o empreendedorismo por necessidade?

O empreendedorismo é, em resumo, a arte de buscar a oferta de soluções para problemas de um determinado público. A grande maioria dos empreendedores busca isso por meio do seu próprio negócio. Quando falamos em empreendedorismo por necessidade, a criação de um negócio segue em pauta, mas a necessidade trata de acelerar um processo que, ao menos em tese, seria gradual.

O principal fator de aceleração, por assim dizer, é justamente o desemprego. Sem renda, muitas pessoas acabam buscando por opções que possam trabalhar e tentar pagar as próprias contas. E o próprio negócio surge como uma tentativa.

É claro que isso não é sempre positivo. A aceleração pode fazer com que o novo empreendedor apresente falhas de planejamento e estrutura. Ignorar esses processos pode levar à mortalidade precoce do negócio – o que só agravaria a situação do investidor.

Por isso, o empreendedorismo por necessidade não pode ignorar o planejamento. Isso pode ser feito por meio da elaboração de um Plano de Negócios, por exemplo. O cenário ideal é que um negócio seja elaborado por oportunidade, mas em momentos como o atual, a necessidade acaba por falar mais alto.

Números do empreendedorismo por necessidade

Desde 2014, houve um crescimento considerável de empresas abertas por profissionais desempregados. É isso que apontou a pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), reforçando a tendência de novos empreendedores encarando a sua empresa como principal fonte de renda. Somente em 2016, por exemplo, foram mais de onze milhões de novos negócios dentro do Brasil.

É bom destacar também que, segundo o Serasa, quase 80% das novas empresas abertas eram no formato de microempreendedor (MEI). Esse é um perfil que não pode superar o faturamento de 60 mil reais anuais e, portanto, nem todos buscam abrir um grande negócio. Muitos são autônomos que passam pelo processo de formalização, enquanto outros optam por “bicos”, como vender doces, flores e outros itens diversos.

Para efeito de comparação, em 2013, segundo o Serasa, apenas 42% dos CNPJ criados eram nesse formato de MEI. O número praticamente dobrou nos últimos anos, revelando a urgência em formalizar o seu negócio para tentar um novo formato de renda.

Entrando na onda do empreendedorismo por necessidade

Em um cenário de busca por emprego, o empreendedorismo por necessidade acaba sendo a principal solução. Ao mesmo tempo, a situação não pode se converter em puro desespero. Isso só aumenta as chances de fracasso do negócio. Não por acaso, a taxa de mortalidade ainda é muito alta no Brasil.

Para driblar o desafio da concorrência e limitação da capacidade de investimento, o jeito é trabalhar com soluções criativas. E algumas franquias inovadoras podem ajudar o novo empreendedor, com um negócio pré-estruturado e com o mapeamento do segmento de mercado.

Um exemplo disso é a franquia Casa & Escritório Sempre Limpo. A empresa oferece um modelo com negócio estruturado, ajudando novos empresários com os primeiros passos. Geralmente, as pessoas começam seus negócios sem experiência em administração. Um negócio organizado ajuda a encontrar um rumo que permita o sucesso no longo prazo.

A abordagem do segmento também é um ponto positivo da franquia. O foco está na personalização do serviço, garantindo a satisfação do contratante – e não apenas ser mais uma no mercado. Além disso, o investimento inicial é baixo se comparado com outros modelos de franquia, encaixando com o perfil do empreendedorismo por necessidade.

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